30/10/2025

Só por hoje quero ir além da compreensão racional dos sentimentos. Quero compreender e mergulhar na beleza e na linguagem dos sentimentos. Quero soltar o lado poético e mergulhar naquilo que as pessoas têm de mais sagrado. Quero viver de tal forma que meus sentimentos contagiem, que minhas atitudes encantem e o meu olhar seja reflexo vivo daquilo que é o mais íntimo em mim. “Meus sentimentos são como minha impressão digital, como a cor dos meus olhos e o tom de minha voz: únicos e irrepetíveis. Para você me conhecer, é preciso que conheça meus sentimentos. Minhas emoções são a chave para a minha pessoa. Quando lhe dou essa chave, você pode entrar e compartilhar comigo o que tenho de mais precioso para lhe oferecer: eu mesmo” (John Powell).

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29/10/2025

Só por hoje quero valorizar os amigos que tenho. Agradecer por tudo o que eles são, fazem e significam em minha vida. Quero perguntar-me sobre o que eu faço e significo para vida. Quero perguntar-me sobre o que eu faço e significo para os meus amigos. Quais são as minhas atitudes que tornam a nossa amizade importante, sincera e uma vivência na reciprocidade. Quero também pensar onde e como posso qualificar mais as amizades. “Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade, ou te apontam a realidade. Porque amigo é a direção. Amigo é a base quando falta o chão” (Machado de Assis).

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28/10/2025

Só por hoje quero aprender que na vida não existem caminhos prontos, mas que estes desejam acontecer na nossa forma de caminhar. Hoje quero colocar-me a caminho. Não quero calcular os passos nem quantificar os gestos e muito menos racionalizar sentimentos. Quero estar a caminho movido pela ousadia e pela persistência, motivado pelos sonhos e pelas possibilidades, comprometido comigo pelos sonhos e pelas possibilidades, comprometido comigo mesmo e com as oportunidades. “Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos; é justamente porque não ousamos que tais coisas são difíceis” (Sêneca).

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27/10/2025

Só por hoje quero estar comigo mesmo. Quero ser amigo da minha intimidade, dos meus sentimentos, da minha idade. Quero reconhecer as coisas boas, não ter medo dos limites nem das minhas fragilidades. Quero e desejo estar comigo mesmo e fazer desse encontro a melhor companhia. Sei que esse encontro profundo comigo mesmo plasma em mim uma nova personalidade e um novo jeito de proceder. Só por hoje quero mergulhar no meu coração e na minha alma e neles me encontrar, neles me fortalecer, neles aprender a ser dócil e crítico ao mesmo tempo. “A solidão é mestra da personalidade. Há muito que os orientais o sabem. O indivíduo que teve a experiência da solidão não se torna vítima fácil da sugestão das massas” (Albert Einstein)

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26/10/2025

Só por hoje quero diferenciar e tirar proveito de duas realidades que costumam entrar em nossa casa sem tocar a campainha: o sofrimento e a tristeza. Quero entender que o sofrimento é um sinal e um alerta para nos despertar ou desafiar sobre algo que não vai bem em nossa vida. Se estou triste é porque algo não anda bem na minha vida e está querendo ser melhor: são situações ou decisões que estão sendo proteladas, ou porque alguns aspectos da vida ficaram no esquecimento, ou porque querem fazer parte do dia a dia. Desejo pensar sobre o que anda bem e o que não anda bem no meu viver. O primeiro para cultivar e o segundo para mudar. E o sofrimento? Ele amadurece nossa vida, purifica nossas motivações e pode passar pelo crivo da nossa decisão, sobretudo no que tange ao tempo dado ao sofrimento. “A dor é inevitável, o sofrimento é opcional” (Carlos Drummond de Andrade).

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25/10/2025

Só por hoje quero estar atento à quantidade de palavras que saem da minha boca. Quero compreender a tonalidade e o conteúdo dado a cada palavra. Quero escutar atentamente o que sai da boca de todos os que me rodeiam. Desejo, acima de tudo, perceber a beleza de cada palavra e não manchar nem adulterar e muito menos corromper as palavras. Quero escutar o que elas desejam revelar e não apenas o que eu desejo ouvir. Quero deixar que as palavras sejam vivas, que elas possam ser ditas e acolhidas sem juízos e com reta intenção. “Todas as palavras são rigorosamente lindas. Nós é que as corrompemos” (Nelson Rodrigues).

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